Roque Jr, atleta de Farroupilha, é destaque em Tarumã
O corredor de rua farroupilhense Roque Jr., participou no dia 14 de setembro da 3ª Meia Maratona, em Viamão

Foram várias conquistas, e o atleta comemorou dizendo que “além de ser a primeira vez que corro dentro de um autódromo, tive meu recorde pessoal nos três quilômetros (19min28s), classifiquei em quarto em minha categoria (Veterano M5054)”. Para finalizar suas participações na atual categoria, Veterano M5054, Roque Jr. já tem agendada a Rústica de Bom Princípio, em 26 de outubro; Final do Circuito Sesc-RS de Corridas, em 7 de dezembro em Passo Fundo; 2ª Meia Maratona de Caravaggio do Sesc, 8 de novembro, em Farroupilha; e no último dia do ano, para fechar com chave de ouro e da atual categoria a 100ª corrida de São Silvestre. Já no início do próximo ano, em 24 de janeiro de 2026, em Imbé, o corredor farroupilhense estreia na nova categoria, M5559.
Pré-COP RS
O escritor e corredor esteve também em Porto Alegre, representando a Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial para participar na Pré-COP RS, dias 12 e 13 de setembro, no Espaço Cultural da UFRGS. Neste evento foram construídas propostas e, no final, escolhidas as principais demandas que vão ser apresentadas na Conferência que vai ser realizada em Belém do Pará, em novembro deste ano. No sábado, dia 13, Roque fez uma exposição da Colcha de Retalhos, mosaico de tecidos costurados a mão durante e apresentados no 18º Mental Tchê, que aconteceu em maio em São Lourenço. A exposição teve por objetivo divulgar o Projeto Caminho das Àguas (Fórum Gaúcho de Saúde Mental – FGSM – Fiocruz, Brasília), conforme divulgado nas edições do jornal O Farroupilha de 8 de agosto e 5 de setembro.
No último dia 19, Roque Jr. mais uma vez representando a Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial, participou da reunião ordinária do Observatório Internacional GAM – Gestão Autônoma de Medicação, onde estiveram participantes de várias representações de universidades brasileiras, além do Canadá e Espanha. O farroupilhense foi o único usuário da Saúde Mental que participou do evento e ao fazer uso da palavra solicitou o apoio para que usuários que não possuem celular ou outro acesso à internet tenham a possibilidade de participar do evento. “Mobilizem os movimentos sociais, associações e os usuários dos serviços para que possam estar juntos do Observa GAM”, foi registrado na ata da reunião.
