Sete nomes querem assumir o Palácio Piratini para governar o Rio Grande do Sul
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Cesar Pontes – PCO – 29

Cesar Augusto Pontes Ferreira é candidato ao governo do Rio Grande do Sul nas eleições deste domingo, dia 4 de outubro, pelo Partido da Causa Operária (PCO), com o número 29. Natural de Porto Alegre, o candidato nasceu em 10 de janeiro de 1957. Aos 69 anos, é professor de História aposentado. Em 2024 foi candidato à Prefeitura da capital, pelo PCO, e agora, concorre pela primeira vez ao governo gaúcho. Defende o fim das leis restritivas, como a “ficha limpa” e a cláusula de barreira. Foto: Reprodução/https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/
Gabriel Souza – MDB – 15

Gabriel Vieira de Souza é médico veterinário de 42 anos, nascido em Tramandaí. Já foi secretário do Planejamento da cidade onde nasceu e deputado estadual de 2015 a 2023 chegando a presidência da Assembleia Legislativa em 2021-22. Antes foi líder do governo de José Ivo Sartori entre 2016 e 2018 na Assembleia Legislativa, e desde janeiro de 2023 é vice-governador do Rio Grande do Sul. Ele concorre ao governo do Estado com o número 15. Foto: Reprodução/https://grupoahora.net.br/
Juliana Brizola – PDT – 12

Nascida em Porto Alegre e com 51 anos, a neta do ex-governador Leonel Brizola é de uma família de políticos: é irmã de Brizola Neto e Leonel Brizola Neto. Juliana Brizola viveu no Uruguai no exílio imposto pela ditadura ao avô, e em 1982 foi morar no Rio de Janeiro, quando Brizola se elegeu governador do Estado. É formada em Direito com especialização e mestrado em Ciências Criminais. Foi vereadora de Porto Alegre e é deputada estadual desde 2011. Concorre ao governo pelo PDT, 12. Foto: Reprodução/www.cnnbrasil.com.br/
Marcelo Maranata – PSDB – 45

O advogado Marcelo Maranata Soares Reinaldo tem 50 anos e concorre ao governo do Estado pelo PSDB, 45. Natural de Camaquã, o ex-prefeito de Guaíba concorre ao Piratini pela primeira vez, tendo Claudio Diaz (PSDB) como candidato a vice. Candidatou-se a vice-prefeito de Guaíba e disputou a prefeitura em 2012 e 2016, mas não foi eleito. Em 2018 foi candidato a deputado estadual pelo Solidariedade (ficou como suplente). E em 2020 foi eleito prefeito de Guaíba, reeleito em 2024. Foto: https://sindilojas-scs.com.br/
Priscila Voigt – UP – 80

Priscila Voigt Severiano é candidata ao governo do Rio Grande do Sul nas eleições de 2026 pela Unidade Popular (UP). Na urna, concorre com o número 80. Natural de Tijucas (Santa Catarina), Priscila Voigt nasceu em 19 de junho de 1991. Aos 35 anos, é solteira e tem graduação como nutricionista. Ligada a movimentos populares tem atuação no Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) e participou de outras iniciativas sociais. Foto: Reprodução/https://www.cnnbrasil.com.br/
Rejane De Oliveira – PSTU – 16

A portoalegrense Rejane Silva de Oliveira, de 65 anos, concorre à principoal cadeira do Palácio Piratini pelo Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), número 16. Professora aposentada da rede estadual, Rejane presidiu o Cpers-Sindicato por duas gestões e foi dirigente do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinpro-RS). Esta é a segunda vez que disputa o governo do Estado. Em 2022, também concorreu pelo PSTU. Foto: Reprodução/https://sul21.com.br/
Zucco – PL – 22

Nascido no Alegrete e com 52 anos, o tenente-coronel Luciano Lorenzini Zucco, busca ser governador pelo Partido Liberal (PL), número 22. Foi deputado estadual eleito pelo pelo Partido Social Liberal em 2018 e em 2022 chegou à Câmara Federal pelo Republicanos. Estudou no Colégio Militar de Porto Alegre e no Exército Brasileiro cursou ciências militares na Academia Militar das Agulhas Negras. Em 2023 filiou ao PL, seguindo o rastro do ex-presidente Jair Bolsonaro. No Exércitoi, ganhou a condecoração da Ordem do Mérito Militar e após assumir como deputado, em 2019, passou para a reserva militar. Foto: Reprodução/https://oglobo.globo.com/
O Rio Grande do Sul já teve dezenas de governantes ao longo de sua história republicana e estadual iniciada em 1889, somando mais de 40 titulares no cargo de chefe do executivo estadual (entre presidentes de província/estado na República Velha, interventores, governadores eleitos por via direta ou indireta e vices que assumiram o posto), além do período colonial e imperial anterior. Desde a redemocratização do País e o retorno das eleições diretas para o governo estadual, em 1982/1983, E estado já foi administrado por 12 governadores titulares diferentes.
