O Farroupilha
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Dia Mundial do Amor

Estamos às vésperas do carnaval e por conta disso, em minha caixa de entrada de e-mails pipocaram notícias vindas de agências de comunicação. A maioria delas falando sobre doenças sexualmente transmissíveis, já que a proximidade da tal permissividade inerente à festa pagã faz brotar preocupações.

Tanto brota que fizeram até campanha a favor da abstinência sexual para evitar a gravidez na adolescência. Lançamento pouco antes do carnaval, não por acaso. Mas antes da consumação física, que verdadeiramente muitas vezes acontece de forma precoce e pouco pensada, é preciso falar de amor, o sentimento. Dia 14 de fevereiro é Dia de São Valentim, o santo que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países. Não por acaso, novamente, a data também é Dia Mundial do Amor.

Daquele amor que nasce entre dois seres que se relacionam amorosamente, é bom ressaltar já que existem várias apresentações da mais poderosa das forças. 

Aqui no Brasil, o dia dos Namorados foi cair lá em junho por causa de uma estratégia publicitária para aumentar as vendas de uma loja de roupas em um mês considerado ruim para isso. Deu certo. Desde 1948, quando ligaram a data à véspera do dia de Santo Antônio, o casamenteiro. Tudo com propósito comercial.

Com o registro dos fatos, descobri que o primeiro slogan criado para o Dia dos Namorados foi: “não é só com beijos que se prova o amor”. São Valentim, muito antes disso, provou com mais: ele foi condenado à pena de morte por defender que o casamento era parte do plano de Deus, contrariando o imperador Claudio II, que baniu os casamentos no século III por acreditar que homens casados eram soldados ruins. São Valentim, padre romano, realizava as cerimônias em segredo até que foi descoberto. Morreu acreditando no amor.

No fim, tudo se resume ao amor. Amor ao outro, amor ao trabalho, amor ao dinheiro, amor a tudo aquilo que você elege em sua vida. “Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” – Mateus 6:21.