O Farroupilha
DARCI LEVIS
Capítulo 34: As contradições citadas pelos céticos

Existem pessoas céticas em relação ao conteúdo da Bíblia Sagrada. Alguns estudiosos buscam questões aparentemente contraditórias entre seus livros e se dedicam a escrever sobre o assunto, tentando colocar em dúvida o conteúdo bíblico. Lee Strobel, escritor do livro “Em Defesa de Cristo” foi uma dessas pessoas, quando era ateu.
Por este motivo, ele visitava estudiosos defensores da Bíblia e os questionava muito. Como exemplo, em um dos questionamentos de Lee para Craig Blomberg, o autor comparou os textos de Mateus 8:5-6: “Quando Jesus entrou na cidade de Cafarnaum, um oficial romano foi encontrar-se com ele e pediu que curasse o seu empregado. Ele disse: Senhor, o meu empregado está na minha casa, tão doente, que não pode nem se mexer na cama. Ele está sofrendo demais.”; com o texto de Lucas 7:1-3: “Quando Jesus acabou de dizer essas coisas ao povo, foi para a cidade de Cafarnaum. Havia ali um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito. O empregado estava gravemente doente, quase morto. Quando o oficial ouviu falar de Jesus, enviou alguns líderes judeus para pedirem a ele que viesse curar o seu empregado.”.
O que Lee destacou como contradição, foi que no livro de Mateus o oficial romano foi ao encontro de Jesus, enquanto que o livro de Lucas relata que o centurião mandou que os anciãos fossem até Jesus. Blomberg lhe respondeu: “Pense da seguinte forma: no mundo atual, ouvimos noticiário que o presidente declarou hoje..., quando na verdade o discurso foi redigido por alguém encarregado de escrevê-lo e lido pelo secretário de imprensa e, com um pouco de sorte, talvez o presidente tivesse a oportunidade de vê-lo em um certo momento entre a primeira e a segunda etapa. Nem por isso podemos dizer que a reportagem estava errada. Da mesma forma, no mundo antigo, era perfeitamente compreensível e aceitável que se atribuíssem às pessoas ações que, na verdade, foram praticadas por seus subordinados ou emissários, no presente caso, pelos anciãos do povo judeu.”. Desta forma, Blomberg afirmou que tanto Mateus quanto Lucas têm razão.
Em outro questionamento de Lee, ele perguntou se o fato de os autores dos evangelhos bíblicos amarem Jesus, não poderia tê-los levado a fazer certas modificações nos textos para que Jesus parecesse bom. Blomberg lhe respondeu: “Admitamos que a situação possibilite isso. Mas também as pessoas são capazes de honrar e respeitar alguém a tal ponto que se sintam impelidas a registrar sua vida com a maior integridade possível. Essa seria a forma de demonstrar seu amor por tal pessoa. E é o que eu acho que aconteceu aqui. Além disso, esses discípulos nada tinham a ganhar, exceto críticas, o ostracismo e o martírio. Com certeza nada lucraram financeiramente. Na verdade, foram pressionados a ficar quietos, a negar a Jesus, a diminuí-lo, e até mesmo a esquecer que um dia o conheceram. No entanto, por causa de sua integridade, proclamaram o que viram, ainda que com isso tivessem de sofrer e morrer.”.

Capítulo 33: A harmonia dos evangelhos

Os evangelhos são os quatro livros bíblicos que contam a história de Jesus Cristo, cada um descrevendo-a de uma perspectiva um pouco diferente. Evangelho significa “boa notícia”. Neste sentido, o propósito dos evangelhos é contar a boa notícia sobre Jesus, o Filho de Deus. Durante seu tempo na terra, Jesus não escreveu nada sobre a sua vida nem sobre os seus ensinamentos. Mas após a sua ressureição, seus discípulos começaram a registrar por escrito o que tinham visto e ouvido. Foi assim que surgiram os quatro evangelhos.

As pessoas céticas costumam levantar questionamentos em relação aos evangelhos, ressaltando as discrepâncias entre os vários relatos citados nos mesmos. O objetivo disso, claro, é tentar convencer algumas outras pessoas a não acreditarem totalmente no que está escrito nos evangelhos bíblicos. Craig L. Blomberg, entrevistado de Lee Strobel no livro “Em Defesa de Cristo”, esclarece várias questões sobre este assunto.
Conforme o livro, Blomberg respondeu sobre os evangelhos: “Temos de nos lembrar que estamos em terra estrangeira, num tempo e lugar remotos, em uma cultura que não havia inventado ainda o computador e nem mesmo a máquina impressora. Os livros, ou melhor, os pergaminhos de papiro, eram relativamente raros. Portanto, a educação, o aprendizado, a adoração e o ensino nas comunidades religiosas eram ministrados oralmente. Alguns rabinos ficaram famosos porque sabiam de cor todo o Antigo Testamento. Logo, os discípulos seriam perfeitamente capazes de guardar na memória, e passar adiante com precisão, muito mais do que aparece nos quatro evangelhos somados.”.
Blomberg continuou: “Sim, é difícil para nós hoje conseguirmos imaginar como isso podia ser possível, mas aquela cultura era oral e enfatizava muito a memorização. Lembre-se de que 80 a 90% das palavras de Jesus estavam originariamente em forma poética, havia métrica, com versos harmônicos, paralelismos, e assim por diante, o que teria facilitado muito a memorização.”.

Quando questionado sobre o fato de em alguns momentos os evangelhos parecerem se contradizer, Blomberg respondeu: “Se os evangelhos fossem 100% harmoniosos, isso os impossibilitaria de ser testemunhos independentes. As pessoas diriam então só haver um testemunho, os demais seriam só imitação.”. Conforme o livro, Simon Greenleaf, da faculdade de Direito de Harvard, disse: “Existe um volume significativo de discrepância, o que aponta para o fato de os autores não poderem ter estabelecido nenhum tipo de acordo entre si; por outro lado, há também uma harmonia de tal magnitude que demonstra sua condição de narradores independentes de uma transação de grande importância.”. 

Lee também lembrou e citou Hans Stier, estudioso alemão da escola histográfica clássica, que disse: “A harmonia dos dados básicos e a divergência de detalhes são sinais de credibilidade, uma vez que as narrativas fabricadas costumam ser integralmente consistentes e harmônicas. Todo historiador torna-se muito cético no momento em que algo extraordinário só aparece relatado em narrativas completamente isentas de contradições.”. Neste sentido, quanto mais se pesquisa, mais se percebe que o Evangelho e a Bíblia são verdadeiros.

Capítulo 33: A harmonia dos evangelhos

Os evangelhos são os quatro livros bíblicos que contam a história de Jesus Cristo, cada um descrevendo-a de uma perspectiva um pouco diferente. Evangelho significa “boa notícia”. Neste sentido, o propósito dos evangelhos é contar a boa notícia sobre Jesus, o Filho de Deus. Durante seu tempo na terra, Jesus não escreveu nada sobre a sua vida nem sobre os seus ensinamentos. Mas após a sua ressureição, seus discípulos começaram a registrar por escrito o que tinham visto e ouvido. Foi assim que surgiram os quatro evangelhos.

As pessoas céticas costumam levantar questionamentos em relação aos evangelhos, ressaltando as discrepâncias entre os vários relatos citados nos mesmos. O objetivo disso, claro, é tentar convencer algumas outras pessoas a não acreditarem totalmente no que está escrito nos evangelhos bíblicos. Craig L. Blomberg, entrevistado de Lee Strobel no livro “Em Defesa de Cristo”, esclarece várias questões sobre este assunto.
Conforme o livro, Blomberg respondeu sobre os evangelhos: “Temos de nos lembrar que estamos em terra estrangeira, num tempo e lugar remotos, em uma cultura que não havia inventado ainda o computador e nem mesmo a máquina impressora. Os livros, ou melhor, os pergaminhos de papiro, eram relativamente raros. Portanto, a educação, o aprendizado, a adoração e o ensino nas comunidades religiosas eram ministrados oralmente. Alguns rabinos ficaram famosos porque sabiam de cor todo o Antigo Testamento. Logo, os discípulos seriam perfeitamente capazes de guardar na memória, e passar adiante com precisão, muito mais do que aparece nos quatro evangelhos somados.”.
Blomberg continuou: “Sim, é difícil para nós hoje conseguirmos imaginar como isso podia ser possível, mas aquela cultura era oral e enfatizava muito a memorização. Lembre-se de que 80 a 90% das palavras de Jesus estavam originariamente em forma poética, havia métrica, com versos harmônicos, paralelismos, e assim por diante, o que teria facilitado muito a memorização.”.

Quando questionado sobre o fato de em alguns momentos os evangelhos parecerem se contradizer, Blomberg respondeu: “Se os evangelhos fossem 100% harmoniosos, isso os impossibilitaria de ser testemunhos independentes. As pessoas diriam então só haver um testemunho, os demais seriam só imitação.”. Conforme o livro, Simon Greenleaf, da faculdade de Direito de Harvard, disse: “Existe um volume significativo de discrepância, o que aponta para o fato de os autores não poderem ter estabelecido nenhum tipo de acordo entre si; por outro lado, há também uma harmonia de tal magnitude que demonstra sua condição de narradores independentes de uma transação de grande importância.”. 

Lee também lembrou e citou Hans Stier, estudioso alemão da escola histográfica clássica, que disse: “A harmonia dos dados básicos e a divergência de detalhes são sinais de credibilidade, uma vez que as narrativas fabricadas costumam ser integralmente consistentes e harmônicas. Todo historiador torna-se muito cético no momento em que algo extraordinário só aparece relatado em narrativas completamente isentas de contradições.”. Neste sentido, quanto mais se pesquisa, mais se percebe que o Evangelho e a Bíblia são verdadeiros.

Capítulo 33: A harmonia dos evangelhos

Os evangelhos são os quatro livros bíblicos que contam a história de Jesus Cristo, cada um descrevendo-a de uma perspectiva um pouco diferente. Evangelho significa “boa notícia”. Neste sentido, o propósito dos evangelhos é contar a boa notícia sobre Jesus, o Filho de Deus. Durante seu tempo na terra, Jesus não escreveu nada sobre a sua vida nem sobre os seus ensinamentos. Mas após a sua ressureição, seus discípulos começaram a registrar por escrito o que tinham visto e ouvido. Foi assim que surgiram os quatro evangelhos.

As pessoas céticas costumam levantar questionamentos em relação aos evangelhos, ressaltando as discrepâncias entre os vários relatos citados nos mesmos. O objetivo disso, claro, é tentar convencer algumas outras pessoas a não acreditarem totalmente no que está escrito nos evangelhos bíblicos. Craig L. Blomberg, entrevistado de Lee Strobel no livro “Em Defesa de Cristo”, esclarece várias questões sobre este assunto.
Conforme o livro, Blomberg respondeu sobre os evangelhos: “Temos de nos lembrar que estamos em terra estrangeira, num tempo e lugar remotos, em uma cultura que não havia inventado ainda o computador e nem mesmo a máquina impressora. Os livros, ou melhor, os pergaminhos de papiro, eram relativamente raros. Portanto, a educação, o aprendizado, a adoração e o ensino nas comunidades religiosas eram ministrados oralmente. Alguns rabinos ficaram famosos porque sabiam de cor todo o Antigo Testamento. Logo, os discípulos seriam perfeitamente capazes de guardar na memória, e passar adiante com precisão, muito mais do que aparece nos quatro evangelhos somados.”.
Blomberg continuou: “Sim, é difícil para nós hoje conseguirmos imaginar como isso podia ser possível, mas aquela cultura era oral e enfatizava muito a memorização. Lembre-se de que 80 a 90% das palavras de Jesus estavam originariamente em forma poética, havia métrica, com versos harmônicos, paralelismos, e assim por diante, o que teria facilitado muito a memorização.”.

Quando questionado sobre o fato de em alguns momentos os evangelhos parecerem se contradizer, Blomberg respondeu: “Se os evangelhos fossem 100% harmoniosos, isso os impossibilitaria de ser testemunhos independentes. As pessoas diriam então só haver um testemunho, os demais seriam só imitação.”. Conforme o livro, Simon Greenleaf, da faculdade de Direito de Harvard, disse: “Existe um volume significativo de discrepância, o que aponta para o fato de os autores não poderem ter estabelecido nenhum tipo de acordo entre si; por outro lado, há também uma harmonia de tal magnitude que demonstra sua condição de narradores independentes de uma transação de grande importância.”. 

Lee também lembrou e citou Hans Stier, estudioso alemão da escola histográfica clássica, que disse: “A harmonia dos dados básicos e a divergência de detalhes são sinais de credibilidade, uma vez que as narrativas fabricadas costumam ser integralmente consistentes e harmônicas. Todo historiador torna-se muito cético no momento em que algo extraordinário só aparece relatado em narrativas completamente isentas de contradições.”. Neste sentido, quanto mais se pesquisa, mais se percebe que o Evangelho e a Bíblia são verdadeiros.

Você e a Bíblia - Capítulo 32: A ressurreição

No livro “Em Defesa de Cristo”, na entrevista que o autor Lee Strobel, que era cético e não acreditava em Deus, realizou com Craig L. Blomberg, Lee questionou em que época ocorreram os primeiros e mais importantes testemunhos sobre a ressureição de Jesus Cristo e sua relação única com Deus. Conforme o livro, Blomberg lhe respondeu: “É bom lembrar que os livros do Novo Testamento não estão em ordem cronológica. Os evangelhos foram escritos praticamente depois das cartas de Paulo, cujo ministério epistolar começou por volta do fim da década de 40 d.C. A maior parte de suas cartas mais importantes é da década de 50 d.C. 

Blomberg continuou: “Descobrimos que Paulo havia recebido algumas crenças. As crenças mais famosas são as de Filipenses 2.6-11, que fala de Jesus como tendo a mesma natureza de Deus, e Colossenses 1.15-20, onde Jesus é descrito como a ‘imagem do Deus invisível’, que criou todas as coisas e por meio de quem todas as coisas foram reconciliadas com Deus, ‘estabelecendo a paz pelo seu sangue derramado na cruz’.”.

Continuando, Blomberg lhe disse: “Talvez a crença mais importante no que se refere ao Jesus histórico seja a de 1Coríntios 15, onde Paulo usa uma linguagem técnica para indicar que estava transmitindo os fatos oralmente de uma forma relativamente fixa: ‘Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez, a maioria dos quais ainda vive, embora alguns já tenham adormecido. Depois apareceu a Tiago e, então, a todos os apóstolos.’”.

E, continuando: “Essa é a questão. Se a crucificação ocorreu em 30 d.C, a conversão de Paulo se deu aproximadamente em 32 d.C. Ele foi então levado imediatamente para Damasco, onde se encontrou com um cristão chamado Ananias e alguns outros discípulos. Seu primeiro encontro com os apóstolos em Jerusalém teria ocorrido em 35 d.C. Em algum momento desse período, Paulo recebeu essa crença.”.

E destacou: “Temos aqui, portanto, os principais fatos sobre a morte de Jesus pelos nossos pecados, além de uma lista detalhada daqueles para quem ele apareceu ressuscitado. E tudo isso se dá no intervalo de dois a cinco anos depois dos eventos propriamente ditos! Pode-se perfeitamente argumentar a favor da crença na ressurreição, muito embora não haja nenhum registro escrito, que ela remonta aos dois anos posteriores ao evento.”.

Após ouvir isso do seu entrevistado, Lee se rende e descreve: “Não havia como negar a importância dessa prova. Ela parecia, sem dúvida, invalidar a acusação de que a ressurreição, que para os cristãos era a maior prova da divindade de Jesus, fora meramente um conceito mitológico formulado ao longo do tempo, à medida que as lendas corrompiam os relatos das testemunhas oculares da vida de Cristo. Fiquei particularmente impressionado: como cético que era, a ressurreição era uma das minhas principais objeções ao cristianismo.”.

Você e a Bíblia: Capítulo 29: Condições para ser seguidor de Jesus

Conforme a Bíblia Sagrada, Jesus nasceu sem que houvesse a fecundação de um espermatozoide com um óvulo. Os livros de Mateus, Marcos, Lucas e João são os evangelhos da Bíblia Sagrada. Todos os quatro evangelhos descrevem o nascimento de Jesus. Neles, está escrito que Deus enviou o anjo Gabriel a uma cidade chamada Nazaré. Após, os evangelhos citam que o anjo levou uma mensagem para uma virgem chamada Maria.

Lucas 1:28 descreve: “O anjo veio e disse: Que a paz esteja com você, Maria! Você é muito abençoada. O Senhor está com você.”. E continuou, conforme Lucas 1:30-33: “Então o anjo continuou: Não tenha medo, Maria! Deus está contente com você. Você ficará grávida, dará à luz um filho e porá nele o nome de Jesus. Ele será um grande homem e será chamado de Filho do Deus Altíssimo. Deus, o Senhor, vai fazê-lo rei, como foi o antepassado dele, o rei Davi. Ele será para sempre rei dos descendentes de Jacó, e o Reino dele nunca se acabará.”.
Maria teve algumas dúvidas, conforme Lucas 1:34-35: “Então Maria disse para o anjo: Isso não é possível, pois eu sou virgem! O anjo respondeu: O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Deus Altíssimo a envolverá com a sua sombra. Por isso o menino será chamado de santo e Filho de Deus.”. Segundo Lucas 1:38, ela aceitou o que o anjo falou: “Maria respondeu: Eu sou uma serva de Deus; que aconteça comigo o que o senhor acabou de me dizer! E o anjo foi embora.”.

Neste sentido, desde o seu nascimento, Jesus Cristo foi diferente de nós. Jesus realmente foi santo e Filho de Deus, conforme descrito acima. Continua sendo, e sempre será, conforme a Bíblia Sagrada. Quando Jesus esteve na terra ele foi submetido a tudo que os seres humanos comuns eram submetidos. No entanto, ele foi mais testado e tentado do que todos os seres humanos comuns. Mas nunca pecou! E sua vida se findou com o maior dos sofrimentos humanos, para que as demais pessoas pudessem ser salvas e conhecer o Reino de Deus.
Conforme a Bíblia, as pessoas que se esforçam para seguir os ensinamentos de Jesus terão uma grande recompensa. E toda recompensa tem um preço. Antes da sua morte, Jesus Cristo descreveu algumas condições para ser seu seguidor. Conforme Lucas 14:26: “Quem quiser me acompanhar não pode ser meu seguidor se não me amar mais do que ama o seu pai, a sua mãe, a sua esposa, os seus filhos, os seus irmãos, as suas irmãs e até a si mesmo.”. E, conforme Mateus 10:39: “Quem procura os seus próprios interesses nunca terá a vida verdadeira; mas quem esquece a si mesmo, porque é meu seguidor, terá a vida verdadeira.”.

A vida verdadeira é a vida eterna. Essa é a recompensa! Segundo João 17:3: “E a vida eterna é esta: que eles conheçam a ti, que és o único Deus verdadeiro; e conheçam também Jesus Cristo, que enviaste ao mundo.”. E conforme 1João 5:11-12: “E este é o testemunho: Deus nos deu a vida eterna, e essa vida é nossa por meio do seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.”.
 

Você e a Bíblia: Capítulo 27: O trabalho do Espírito Santo

Conforme a Bíblia Sagrada, Jesus Cristo disse que ele deveria ser morto para que se cumprissem as escrituras, e que o Espírito Santo, chamado por ele de Auxiliador, viria sobre as pessoas que acreditariam em Deus e em Jesus, e que se arrependeriam dos seus pecados. 
A descrição da vinda do Espírito Santo sobre os seguidores de Jesus é descrita em Atos 2:1-4: “Quando chegou o dia de Pentecostes, todos os seguidores de Jesus estavam reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho que parecia o de um vento soprando muito forte e esse barulho encheu toda a casa onde estavam sentados. Então todos viram umas coisas parecidas com chamas, que se espalharam como línguas de fogo; e cada pessoa foi tocada por uma dessas línguas. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, de acordo com o poder que o Espírito dava a cada pessoa.”.

Após isso, todos os seguidores de Jesus poderiam evangelizar as pessoas do mundo inteiro. Foi o início da igreja cristã. Na época havia grande perseguição para os seguidores de Jesus. Ainda hoje, existe perseguição em países comunistas, já que o comunismo é uma filosofia ateia. No Brasil, felizmente podemos falar abertamente sobre Deus e Jesus Cristo. 
João 16 destaca que Jesus alertou seus seguidores sobre o que aconteceria quando eles o defendessem. No entanto, Jesus também estava ensinando aqueles homens sobre o que deveriam se tornar. Ele deixou claro o que aconteceria após a sua ida, com a vinda do Auxiliador, conforme João 16:8-9: “Quando o Auxiliador vier, ele convencerá as pessoas do mundo de que elas têm uma ideia errada a respeito do pecado e do que é direito e justo e também do julgamento de Deus. As pessoas do mundo estão erradas a respeito do pecado porque não creem em mim.”.

A verdade nos liberta. Se Jesus estivesse aqui, fisicamente, ele seria a nossa referência agora. Como ele não está, há pessoas que não acreditam que ele existiu. A maioria das pessoas não acredita que haverá um julgamento, porque ouviram pessoas sem Deus dizerem isso. Mas haverá. A Bíblia chama a atenção, porque ela permite que conheçamos a Deus antes disso ocorrer. O entendimento da Bíblia muda e transforma vidas.

Conforme a Bíblia, quem orienta a sociedade sem Deus é Satanás, que já está condenado nesse julgamento. A nós, cabe entender e aprender como fazer para entregar a vida à Jesus Cristo e deixar ele nos ensinar e guiar. E o Espírito Santo vai nos dizer o que Jesus quer nos dizer, conforme ele próprio disse em João 16:15: “Tudo o que o Pai tem é meu. Por isso eu disse que o Espírito vai ficar sabendo o que eu lhe disser e vai anunciar a vocês.”. Neste sentido, se tivermos uma vida de oração diária, o Espírito Santo vai nos informar o que devemos fazer com a nossa vida para termos a paz que sempre buscamos.
 

Você e a Bíblia: Capítulo 1: Não reclame das adversidades

Diariamente, todos nós enfrentamos adversidades. Isso sempre foi e será assim. Segundo a Bíblia Sagrada, desde que Adão e Eva comeram o fruto da árvore proibida, os seres humanos se tornaram pecadores. Neste sentido, foi a partir daquele momento que os seres humanos passaram a ter adversidades, e a morte física passou a existir. O novo testamento da Bíblia nos diz que se reconhecermos os nossos pecados e, sinceramente, pedirmos perdão a Deus em nome de Jesus Cristo, que morreu para pagar os pecados dos seres humanos, teremos a vida eterna. E, portanto, agindo dessa forma seremos salvos da morte eterna. 
Entretanto, em nenhum momento está escrito que após reconhecer e pedir perdão pelos nossos pecados, não teremos mais problemas durante a nossa vida na terra. Mas, conforme a Bíblia, quando estamos salvos e continuamos crendo em Jesus Cristo, a forma de resolver os nossos problemas muda drasticamente. Está escrito também, que as pessoas que ganharem a vida eterna não terão mais sofrimento, quando chegar a hora de recebê-la. 
Neste sentido, não vale a pena reclamarmos das adversidades, pois pode ser que o problema que temos de resolver hoje foi criado e colocado por Deus na nossa vida. Pode ser que esta adversidade foi criada para evoluir o nosso espírito, melhorar nosso coração e nosso caráter, ou ainda para salvar outras pessoas. 
Como exemplo de adversidades, podemos analisar a história de José, um dos filhos de Jacó, descrita no livro de Gênesis, a partir do capítulo 37. Jacó teve doze filhos. Mas José era o seu preferido. Jacó deixava evidente em suas ações como pai, que tinha preferência por José. Além disso, um dia José sonhou que seus irmãos se curvavam diante ele, e lhes contou isso. Por esses motivos, os irmãos de José não gostavam dele, ao ponto de querer matá-lo.
Um dia, os irmãos de José o venderam como escravo. E contaram a Jacó que um animal o havia matado. Isso criou uma adversidade enorme tanto para Jacó, quanto para José, que foi levado como escravo para o Egito. Então, José foi muito prestativo ao seu dono, chamado Potifar. Conforme Gênesis 39, Deus estava com José e Potifar entregou tudo o que tinha para José administrar, porque ele se tornou da sua extrema confiança. Mas um dia, a esposa de Potifar mentiu sobre José, e ele foi preso na cadeia onde ficavam os presos do rei. Outros presos, contaram sonhos que tiveram a José. E ele conseguia interpretá-los, sempre de forma correta.
Um dia, o rei teve um sonho e não sabia o que significava. Então, mandou tirar José da prisão para interpretá-lo. José disse ao rei que seu sonho significava que haveria sete anos de fartura e, depois, sete anos de falta de alimento. Disse também que deveriam guardar um quinto de toda a produção para a época de falta de alimentos. E assim, o rei tornou José governador do Egito. E deu a ele a tarefa de controlar a produção dos primeiros sete anos para os anos de fome que viriam. 
E assim, José enfrentou 13 anos de grandes adversidades para adquirir sabedoria e se tornar governador do Egito, evitando que milhares de pessoas, inclusive seus irmãos, passassem fome nos sete anos de falta de alimentos. Portanto, não reclame das suas adversidades, pois no tempo certo você descobrirá seus motivos.

Você e a Bíblia: Capítulo 24: Tragédia

Segundo definições de dicionários, uma tragédia é um acontecimento triste, funesto, catastrófico, devastador, uma desgraça, um desastre, uma calamidade, etc. Se refere a um ato que nos deixa boquiaberto, que nos surpreende. 
Como exemplos do Brasil, em janeiro de 2019 a barragem de Brumadinho/MG se rompeu e ocasionou a morte de mais de 200 pessoas. Em fevereiro de 2019, dez meninos jogadores de categorias de base do Flamengo morreram num incêndio ocorrido no centro de treinamento do clube. Ainda em fevereiro, um temporal que atingiu a cidade de Rio de Janeiro/RJ provocou a morte de seis pessoas. Conforme as reportagens sobre estes acontecimentos, todas elas foram consideradas tragédias anunciadas, que estavam na iminência de ocorrer.
De uma forma geral, todos nós concordamos que os fatos citados acima são considerados tragédias. No entanto, considerando os ensinamentos bíblicos, a maior tragédia aconteceu para as pessoas que morreram sem Deus. Conforme Hebreus 9:27: Cada pessoa tem de morrer uma vez só e depois ser julgada por Deus.. Neste sentido, cada pessoa que morreu nos acidentes citados acima já teve um destino, e, será julgada.
Cada julgamento só terá dois caminhos possíveis: morte eterna ou vida eterna. Conforme Romanos 6:23: Pois o salário do pecado é a morte, mas o presente gratuito de Deus é a vida eterna, que temos em união com Cristo Jesus, o nosso Senhor.. Sendo assim, quem não acredita em Deus e em Jesus Cristo, e não se arrepende sinceramente dos seus pecados durante a vida na terra, continua no pecado até a morte física. Então, neste caso, quando a morte física chega, sua consequência é a morte eterna.
Por outro lado, quem passa a acreditar em Deus e em Jesus Cristo, e se arrepende sinceramente dos seus pecados durante a vida na terra, está perdoado dos seus pecados quando a morte física chega. Então, neste caso, quando a morte física chega, sua consequência é a vida eterna, conforme disse Jesus em João 5:24: Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quem ouve as minhas palavras e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não será julgado, mas já passou da morte para a vida..
Neste sentido, para Deus, não é tragédia o fato de pessoas morrerem fisicamente, quando ganham a vida eterna. Entretanto, para Deus, é tragédia o fato de pessoas morrerem fisicamente, quando ganham a morte eterna. Esta é a pior tragédia para Deus. Portanto, ou se ganha vida eterna ou morte eterna. Não existe segunda chance! A parábola do rico e de Lázaro, descrita em Lucas 16:19-31, é um exemplo claro disso.

Você e a Bíblia: Capítulo 23: Descanso para os cansados

Quando uma pessoa está doente, a primeira coisa que ela precisa fazer é reconhecer a doença. Após isso, é a pessoa que vai ao médico, buscar uma solução para a sua doença. Espiritualmente, não é assim que funciona. Primeiro, as pessoas têm dificuldade de identificar uma doença espiritual. Um segundo problema, é que as pessoas se envolvem facilmente com outras pessoas que oferecem soluções espirituais das trevas.

Em Mateus 11: 28-30 está escrito: Venham a mim, todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso. Sejam meus seguidores e aprendam comigo porque sou bondoso e tenho um coração humilde; e vocês encontrarão descanso. Os deveres que eu exijo de vocês são fáceis, e a carga que eu ponho sobre vocês é leve..
Quem diz venham a mim, no texto citado acima, é Jesus Cristo. Fica claro que isso não é uma ordem, nem uma intimação. É apenas um convite. Jesus Cristo deixa claro que ninguém é obrigado a fazer coisa alguma, porque todos nós temos o livre arbítrio. Mas também fica claro que todos nós podemos nos aproximar dele e receber descanso, sem intermediários. Nós temos uma linha direta com ele, mas somos nós que devemos buscá-lo, como quando vamos ao médico.

Quando temos problemas que vão se acumulando sem encontrarmos solução, que começam a nos tirar o sono, temos um indicativo de que estamos cansados de carregar nossas pesadas cargas. Nessa situação, precisamos de descanso. Conforme descreve o livro de Gênesis, nós não fomos criados para sofrer. Mas devido a nossas atitudes humanas, passamos a sofrer. Com o descanso oferecido por Jesus Cristo, nos livramos do cansaço mental e espiritual. E o principal aspecto deste descanso é que ele não vale apenas para os momentos posteriores da nossa vida humana, mas para a eternidade.

Quando Jesus diz que é bondoso e tem um coração humilde, significa que ele ouve todos que o buscam. Neste sentido, precisamos ter humildade para reconhecer que estamos doentes e precisamos de ajuda. E então, entregamos o nosso problema para Deus. Conforme Jesus disse, se andarmos com ele toda a nossa carga será aliviada, pois passaremos nosso problema para alguém superior, de extrema confiança.

Um seguidor fiel do reino de Deus deve viver descansado e leve, porque quando chegam os problemas que aparentemente não possuem solução, pode colocá-los nas mãos de Deus e pedir orientação, em nome de Jesus. Essa orientação virá, com certeza, de alguma forma. E cada problema humano poderá ser resolvido, um após o outro, gradativamente. Portanto, quando estivermos cansados, temos a quem pedir descanso.