O Farroupilha
PATRÍCIA PERONI
A tragédia dos comuns e como ela acontece conosco

O nome “tragédia dos comuns” é o mesmo do famoso artigo do biólogo americano Garret Hardin, publicado em 1968. O sentido clássico da palavra tragédia diz respeito a impossibilidade de, uma vez em movimento, se alterar o curso dos acontecimentos. Nas tragédias gregas, o fim terrível é antevisto, mas nada pode ser feito para evitá-lo.
A tragédia dos comuns é uma versão coletiva de um problema básico da chamada teoria dos jogos: o dilema dos prisioneiros. A história é assim: Dois criminosos são presos por um delito leve, como roubar uma carteira. Mas a polícia desconfia que também estejam envolvidos em um assassinato. Eles são colocados em celas separadas. Cada um recebe a oferta de uma pena reduzida se denunciar o companheiro. O melhor para os dois é ficar quieto. Mas como não sabem nem têm controle sobre o que o outro vai fazer, acabam se traindo. O resultado é o pior possível, uma pena alta para ambos.
Diariamente existem dilemas, problemas e crenças que são prejudiciais ao mundo inteiro, sociedade, meio ambiente... Muitas decisões são tomadas sem pensar no coletivo e isso acaba se tornando uma tragédia, a tragédia dos comuns e nós não percebemos isso. Diante de todo o cenário negativo da nossa política, fica difícil entender por qual motivo, nós, cidadãos, devemos exercer a nossa cidadania enquanto todos fazem o contrário. Mas vamos fazer a diferença? Os resultados e atitudes de curto prazo podem trazer diferenças em longo prazo, por isso, vamos entender algumas atitudes que às vezes temos e que podem estar influenciando o nosso caminho. Vamos aos exemplos?
O primeiro diz respeito aos hipocondríacos. Se você, por exemplo, possui plano de saúde e por este motivo resolve fazer muitas consultas e exames desnecessários, pois, acredita que já que está pagando o plano e quer ter um bom custo X benefício, pode ser que você faça parte de um grupo muito grande de pessoas que fazem o mesmo e, por este motivo, a operadora do plano de saúde, percebendo o aumento dos custos aumentará o valor dos serviços e assim, todos ficam prejudicados.
Outro exemplo é a conta de água nos prédios e condomínios. Se você não paga a água pelo seu consumo individual e paga pela divisão de todos talvez não economize tanto já que a conta será dividida. No entanto, com todos os moradores pensando assim, no final do mês a conta de água será alta e acarretará em desperdício. 
Esses são dois exemplos simples, mas com eles é possível compreender muitas das coisas que acontecem no nosso cotidiano. Pense nisso! 

O texto a cima foi publicado originalmente em 20 de setembro de 2019

Consumo com consciência

Nos tempos atuais praticamente tudo pode ser comprado. Bens materiais são os campeões da lista seguidos de produtos de uso pessoal e estético. O setor de beleza tem crescido cada vez mais e é cada dia mais comum vermos pessoas comprando cabelos, unhas, cremes milagrosos que reduzem medidas, que “queimam” gordura, diminuem as rugas e até mesmo rejuvenescem. 

A era em que tudo pode ser comprado gera um vazio que tenta ser suprido cada dia mais pelas compras, não importam de que natureza sejam. E esse sentimento de que tudo pode ser suprido gera a sensação de que tudo pode ser trocado e que todos os problemas podem ser resolvidos dessa forma. Por exemplo, acordamos tristes com algo (e sim, acordamos tristes muitas vezes e a tristeza é natural) e pensamos: vou almoçar algo diferente para ficar bem. Daí você faz isso e pensa que tudo será resolvido. No dia seguinte algo acontece novamente e você pensa que precisa marcar um tratamento estético para se sentir mais feliz, e no outro precisa trocar de celular e assim vamos indo dia após dia sem refletir nas nossas escolhas sejam elas em compras ou em consumo diário ou até mesmo atitudes.

O mesmo até ocorre com as pessoas. Quando percebemos que aquele relacionamento ou que aquela amizade não andam tão bem ao invés de investir na melhora o que muitos fazem? Trocam. E de troca em troca vamos tendo mais vazios e mais insatisfações.

Fica a reflexão para quem estiver por aqui conectado com esse assunto: você pensa nas suas escolas e o motivo pelo qual as fez?

Devemos sempre lembrar que é natural nos sentirmos tristes, cansados, as vezes até deprimidos. Faz parte de nossa vida, está tudo bem se sentir assim por alguns momentos. Isso tudo passa quando entendemos o que está acontecendo com nós mesmos e não mascaramos comprando algo ou fazendo algo que é benéfico apenas para aquele momento. 

Sempre pense antes de agir e procure se entender!

7 Motivos pelos quais adotar um bichinho de estimação é a melhor escolha

Quem tem bichinho de estimação sabe o quanto eles fazem bem para a saúde física e mental. É indiscutível (para quem tem um) que eles trazem paz nos momentos conturbados e felicidade mesmo quando não estamos muito bem. O assunto de hoje é sobre esses maravilhosos animais que cercam nossos dias de bons momentos e nos enchem de alegria!

Vamos ver alguns dos benefícios que os bichanos trazem para nós? As dicas abaixo são adaptadas do site “saúde.ig”. Lembre-se: adotar é tudo de bom, mas requer muita responsabilidade e comprometimento.

1. Proteção contra alergias
Uma hipótese levantada recentemente por pesquisadores é a de que o relaxamento obtido com o contato com os cães, por exemplo, pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação de vírus ou bactérias e é de grande importância na prevenção de várias doenças, inclusive as alergias.

2. Socialização
Animais de estimação fazem parte de um tema de interesse comum, frequentemente alvos de conversas que estimulam a aproximação entre pessoas. 

3. Alívio do estresse
Estudos indicam que a interação entre homem e animal traz uma sensação de bem-estar e conforto, resultando na diminuição dos níveis de cortisol – hormônio relacionado ao estado de alerta e que também é conhecido como o “hormônio do estresse”, causando diversos problemas à saúde quando encontrado em níveis elevados na corrente sanguínea.

4. Redução da pressão arterial
O mesmo bem-estar provocado pela interação com o pet reduz os níveis de adrenalina – relacionados ao aumento da pressão arterial – e libera da acetilcolina. Esse neurotransmissor está envolvido no estado de tranquilidade, na diminuição de pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, além de desempenhar um importante papel nas funções cognitivas, como a aprendizagem.  

5. Elevação da autoestima
Ao sentir o carinho, o amor e a atenção do pet, o dono de um animal de estimação se dá conta do quão importante é para a vida de seu animalzinho. Isso faz com que se sinta também mais importante e confiante em suas próprias capacidades.  

6. Liberação de “hormônios da felicidade”
Estudos indicaram que a troca de afetividade entre humanos e animais tem como um dos principais efeitos o aumento da produção e liberação de serotonina e dopamina, os responsáveis pela sensação de prazer e alegria.

7. Senso de responsabilidade
Cuidar de um animal envolve uma série de rituais diários e eventuais, como alimentação, manutenção da higiene, banho e passeios. Assumir tais compromissos envolve responsabilidade da parte do dono – assim, ter um pet pode ser uma incalculável lição de responsabilidade e compromisso para as crianças, por exemplo.  

Suspeita

Essa semana quero compartilhar uma metáfora que li e que achei muito pertinente aos dias atuais. Muitas vezes nós julgamos as pessoas conforme nosso dia. Nós julgamos as situações conforme o nosso dia. Deveríamos sempre pensar: “O meu julgamento é melhor que o meu silêncio? ”. 

Veja abaixo:
Um lenhador de quem tinha desaparecido um machado suspeitou que o filho do vizinho o tivesse roubado. Ele observou a maneira de andar do jovem – exatamente como a de um ladrão! Ele observou as expressões do jovem – idênticas às de um ladrão! Ele observou a maneira de falar do jovem – igual à de um ladrão! Em resumo, todos os gestos e ações do rapaz o denunciavam claramente como culpado do roubo!
Mais tarde, andando por um vale, o homem encontrou o seu machado perdido numa ravina e lembrou-se de ali o ter deixado, quando anteriormente tinha ido para a montanha cortar lenha.
No dia seguinte, cruzando-se de novo com o filho do vizinho, o lenhador observou-o com redobrada atenção, mas desta observação todos os gestos, expressões, voz e ações do jovem lhe pareceram absolutamente normais. De fato, o rapaz não se comportava de modo algum como um ladrão.
Não julgue o que vê, antes de avaliar como o vê.
 

Mudemos nosso pensamento e o mundo ao nosso redor mudará também.

Pensar pequeno ou pensar grande?

As pessoas maduras não se abalam por causa de comentários indelicados de outras pessoas. De vez em quando as pessoas dizem coisas para nos testar e fazem comentários do tipo: “você não trabalha duro!” ou “você come demais!” ou ainda “todo mundo sabe que você casou com ele por dinheiro!”. Às vezes, essas coisas são ditas por inveja, mas com frequência, são ditas para provocar uma reação. Qualquer que seja o motivo, a melhor maneira de lidar com isso é sorrir e, ou não dizer nada, ou concordar com a pessoa.

Assim sendo, da próxima vez que seu vizinho o vir em seu carro novo e disser: “você não trabalha quase nada e, ainda assim, eles lhe pagam uma fortuna!”, simplesmente sorria e responda: “não é maravilhoso?”. Você não tem de explicar nada sobre suas responsabilidades e sobre o tempo que fica “ralando” no trabalho. Não precisa justificar. Apenas sorria e deixe isso para lá.

Quando um conhecido observar coisas do tipo: “você está sempre tirando férias!”, concorde com ele.

Diga: “sim, adoro tirar férias!”. Se o seu primo disser: “puxa, você deve ter gasto uma nota nessa piscina”, sorria e fale: “pode apostar que sim. É que detesto piscinas baratas”!

Não se deixe perturbar. Você não vai ganhar nada discutindo com seu primo, sua cunhada, seu vizinho ou com quem quer que seja. Quando encontrar com pessoas assim, concorde com elas de uma maneira gentilmente natural. Se você começar a tentar se defender, estará frito.

Em poucas palavras: somente pessoas que “pensam pequeno” fazem comentários desagradáveis; e somente pessoas que também “pensam pequeno” se ofendem. Seja alguém que “pensa grande”.

Autor desconhecido

A tragédia dos comuns e como ela acontece conosco

O nome “tragédia dos comuns” é o mesmo do famoso artigo do biólogo americano Garret Hardin, publicado em 1968. O sentido clássico da palavra tragédia diz respeito a impossibilidade de, uma vez em movimento, se alterar o curso dos acontecimentos. Nas tragédias gregas, o fim terrível é antevisto, mas nada pode ser feito para evitá-lo.

A tragédia dos comuns é uma versão coletiva de um problema básico da chamada teoria dos jogos: o dilema dos prisioneiros. A história é assim: Dois criminosos são presos por um delito leve, como roubar uma carteira. Mas a polícia desconfia que também estejam envolvidos em um assassinato. Eles são colocados em celas separadas. Cada um recebe a oferta de uma pena reduzida se denunciar o companheiro. O melhor para os dois é ficar quieto. Mas como não sabem nem têm controle sobre o que o outro vai fazer, acabam se traindo. O resultado é o pior possível, uma pena alta para ambos.

Diariamente existem dilemas, problemas e crenças que são prejudiciais ao mundo inteiro, sociedade, meio ambiente... Muitas decisões são tomadas sem pensar no coletivo e isso acaba se tornando uma tragédia, a tragédia dos comuns e nós não percebemos isso. Diante de todo o cenário negativo da nossa política, fica difícil entender por qual motivo, nós, cidadãos, devemos exercer a nossa cidadania enquanto todos fazem o contrário. Mas vamos fazer a diferença? Os resultados e atitudes de curto prazo podem trazer diferenças em longo prazo, por isso, vamos entender algumas atitudes que às vezes temos e que podem estar influenciando o nosso caminho. Vamos aos exemplos?

O primeiro diz respeito aos hipocondríacos. Se você, por exemplo, possui plano de saúde e por este motivo resolve fazer muitas consultas e exames desnecessários, pois, acredita que já que está pagando o plano e quer ter um bom custo X benefício, pode ser que você faça parte de um grupo muito grande de pessoas que fazem o mesmo e, por este motivo, a operadora do plano de saúde, percebendo o aumento dos custos aumentará o valor dos serviços e assim, todos ficam prejudicados.

Outro exemplo é a conta de água nos prédios e condomínios. Se você não paga a água pelo seu consumo individual e paga pela divisão de todos talvez não economize tanto já que a conta será dividida. No entanto, com todos os moradores pensando assim, no final do mês a conta de água será alta e acarretará em desperdício. 

Esses são dois exemplos simples, mas com eles é possível compreender muitas das coisas que acontecem no nosso cotidiano. Pense nisso! 

As abelhas e o mel

A metáfora dessa semana pode ser usada com as crianças pois faz referência ao mundo delas... no entanto, cai como uma luva para um dos maiores problemas que enfrentamos hoje em dia: a comunicação.

Equipadas com os seus respectivos cestos, as quatro abelhas estavam prontas para sair à procura de néctar, como normalmente faziam todos os dias. Mas alguma coisa estranha havia acontecido: não se encontravam flores em parte alguma. Sem flores, não há néctar. As pobres abelhas estavam desesperadas, com razão.
- Que faremos agora? Disse uma.

- Vamos morrer de fome! Exclamou a outra. 

Foi então que a terceira abelha descobriu uma caverna cheia de flores, cortadas e ali jogadas de qualquer maneira.

- Ei, companheiras! Aqui estão as flores! Gritou cheia de alegria.

No instante seguinte, chegou o urso, proprietário da caverna, que, ao ver as abelhas, quis expulsá-las logo dali.
- Que é que vocês estão fazendo aqui?

- Não tens o direito de colher todas as flores do bosque! Nós e muitos outros animais subsistimos graças a elas, protestou uma das abelhas.

Em vez de ficar ainda mais furioso, o urso desatou a chorar como um bebê, enquanto contava sua triste história:
- Vivo sozinho e abandonado por todos! Para me consolar, quis colher todas estas flores! São tão bonitas!
As abelhas tiveram pena dele e prometeram que viriam vê-lo todos os dias, desde que ele apreciasse as flores sem cortá-las. Assim, ele teria amigos e todos os animais poderiam continuar usufruindo do que a Natureza oferecia a todos. O urso concordou de bom grado. As abelhas tiveram néctar para fabricar o seu mel. E todos os animais ficaram contentes porque o bosque voltou a ficar florido.

Nada melhor do que o diálogo sincero para eliminar as dificuldades.

O hábito faz a rotina...

Hoje quero compartilhar com os leitores da coluna algumas ideias e constatações sobre os nossos hábitos do cotidiano. Um desejo de muitas pessoas é ter uma vida saudável através de uma alimentação equilibrada e de exercícios físicos. Normalmente essa rotina de alimentar-se bem e de se exercitar já é difícil, então, imagina nos dias frios como nos últimos... Nós, humanos, somos campeões no quesito procrastinação. Deixamos sempre para depois...ou para amanhã, ou para a semana que vem. Amanhã eu vou para a academia, semana que vem eu começo a “dieta” e assim seguimos num verdadeiro tudo ou nada.

O exemplo da vida saudável que mencionei acima é o que mais ouço no meu cotidiano, mas podemos aplicar em praticamente todas as áreas: ler, estudar, aprender algo novo, guardar dinheiro, fazer uma viagem, etc. Sempre temos as desculpas na ponta da língua para justificar a nós mesmos (acredite, justificamos a nós mesmos) os motivos pelos quais não fizemos o que deveríamos ter feito. Hoje eu não estudei, mas amanhã eu compenso e estudo o dobro. Hoje eu vou comprar essa blusa, mas no mês que vem não vou comprar nada...e esse dia ou mês nunca chega. Por isso, separei duas dicas simples que podem ajudar você a transformar um hábito em uma rotina:

 

TUDO OU NADA

Essa máxima não funciona quando queremos mudar um hábito ou concretizar um objetivo. Vamos pensar no exemplo da atividade física (que mais sofre agora no frio). Geralmente pensamos da seguinte forma: não vou fazer nenhum exercício hoje, mas amanhã compenso. E o que acontece? O amanhã chega e você não faz nada novamente, ou, faz menos do que o previsto e se sente culpado. Qual é a solução? Valorizar as pequenas conquistas. Quando queremos chegar num grande objetivo, temos que começar com passos pequenos. Se você está sem tempo, mais valem 15 minutos de exercício do que nada. Se você não pode ir até a academia, que tal usar o horário do almoço e caminhar por 30 minutos? Não gosta de esteiras? Que tal aproveitar e ir trabalhar caminhando ou de bike? Mais vale um “meio tudo” do que um “total nada”.

 

OBRIGAÇÃO

Por qual motivo não encaramos as nossas metas e objetivos como obrigações? Vamos trabalhar todos os dias, cumprimos nossas tarefas no trabalho, na faculdade, mas na nossa vida muitas vezes deixamos para depois. Encare as suas metas como uma obrigação. No começo será uma obrigação mesmo (uma coisa monótona, cansativa) mas depois que virar uma rotina, você vai sentir falta se não fizer. Se você precisa estudar, determine x horas por dia para isso, e cumpra, assim como cumpre os horários no trabalho. Se você precisa correr 3km naquele dia, corra. Assim como você faz quando precisa entregar um trabalho na faculdade. 

Todo o começo é difícil. Mudar hábitos é um dos maiores desafios que enfrentamos em nossas vidas. Estamos na nossa zona de conforto e mudar é difícil. Comece devagar e vá avançando dia após dia. Não tenha medo de ir devagar, tenha medo de estar parado. Coloque suas metas e objetivos no papel e todos os dias lute por eles. Eu sei que quando acordamos num dia super frio, cansados, a única vontade é de dormir um pouco mais. Mas, e se você tem um compromisso com a pessoa mais importante da sua vida? Por qual motivo deixa para depois? Faça agora e deixe para se orgulhar depois.

Um ato de amor em Farroupilha

Começou ontem a mostra fotográfica “Um ato de amor”. Esse título lindo nos remete a muitas coisas boas e a mostra fotográfica quer deixar registrado para todos os visitantes um dos primeiros atos de amor de uma mãe com seu filho (a): a amamentação. 

A mostra foi organizada pela La Piccola Fotografia pensando na seguinte justificativa: 
Cinquenta e quatro dias é a média brasileira de aleitamento materno exclusivo. Percebemos que esse número é muito alarmante, tendo em vista que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que até os seis meses o bebê se alimente apenas de leite materno e continue até os dois anos (ou mais).  

“Por conta disso, resolvemos organizar uma mostra fotográfica no mês de Agosto (agosto dourado), com o objetivo de mostrar como a amamentação é pura dedicação, carinho, contato e, principalmente, UM ATO DE AMOR.   Queremos incentivar mamães, grávidas e futuras mamães a amamentar, afinal esse ato vai muito além de alimentar, é nutrir de amor, afeto, e VIDA”, explicou La Piccola Fotografia.

Organização: La Piccola Fotografia  

Apoio: 
- Projeto Baby Afeto  
- Go Image encadernadora  
- Restaurante    Caminho do Trem  
- UCS campus Farroupilha  

Número de Mamães participantes do projeto:  22  

Contato: 9 9199-2785  
[email protected]  

Prestigie a mostra. Vá até o restaurante para ver muitos atos de amor, carinho e confiança. Tenho certeza que você irá se emocionar. Se você conhece alguma mamãe que está amamentando ou vai amamentar em breve leve-a para ver os belos registros também. Valorize está linda iniciativa. Uma sociedade mais consciente e com menos preconceito começa por nós. 

Duração: 
1 a 31 de Agosto 
Local: Restaurante Caminho do Trem 

Um ato de amor em Farroupilha

Começou ontem a mostra fotográfica “Um ato de amor”. Esse título lindo nos remete a muitas coisas boas e a mostra fotográfica quer deixar registrado para todos os visitantes um dos primeiros atos de amor de uma mãe com seu filho (a): a amamentação. 

A mostra foi organizada pela La Piccola Fotografia pensando na seguinte justificativa: 
Cinquenta e quatro dias é a média brasileira de aleitamento materno exclusivo. Percebemos que esse número é muito alarmante, tendo em vista que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que até os seis meses o bebê se alimente apenas de leite materno e continue até os dois anos (ou mais).  

“Por conta disso, resolvemos organizar uma mostra fotográfica no mês de Agosto (agosto dourado), com o objetivo de mostrar como a amamentação é pura dedicação, carinho, contato e, principalmente, UM ATO DE AMOR.   Queremos incentivar mamães, grávidas e futuras mamães a amamentar, afinal esse ato vai muito além de alimentar, é nutrir de amor, afeto, e VIDA”, explicou La Piccola Fotografia.

Organização: La Piccola Fotografia  

Apoio: 
- Projeto Baby Afeto  
- Go Image encadernadora  
- Restaurante    Caminho do Trem  
- UCS campus Farroupilha  

Número de Mamães participantes do projeto:  22  

Contato: 9 9199-2785  
[email protected]  

Prestigie a mostra. Vá até o restaurante para ver muitos atos de amor, carinho e confiança. Tenho certeza que você irá se emocionar. Se você conhece alguma mamãe que está amamentando ou vai amamentar em breve leve-a para ver os belos registros também. Valorize está linda iniciativa. Uma sociedade mais consciente e com menos preconceito começa por nós. 

Duração: 
1 a 31 de Agosto 
Local: Restaurante Caminho do Trem