O Farroupilha
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Por: Claudia Iembo

O intrépido Diego Frigo

O intrépido Diego Frigo
Diego e Renata aguçam olhares para proporcionarem experiências únicas (Foto: Diego Frigo)

Oito de janeiro é Dia do Fotógrafo. Buscando meu entrevistado, deparei-me com confissões tão merecedoras de destaque quanto o talento dele. Diego Frigo, que aceitou o convite dizendo que o pai, senhor Volmes Frigo, ia andar pela Malharia Anselmi, onde trabalha há quase 10 anos, “com o jornal para tudo que é lado”. “Ele entra no elevador com pessoas desconhecidas e pede se conhecem o Diego Frigo. A pessoa responde e ele diz: ‘ é meu filho’! Eu encho os olhos de lágrimas só de imaginar”. Dona Cleuzinha, a mãe, é babá das filhas da Sandra Anselmi. Pais orgulhosos. Filho mais ainda. Sem esquecer, claro, do irmão Djones.

Nunca um começo de conversa foi tão revelador sobre uma pessoa. Este, do fotógrafo que até os 17 anos trabalhou com os pais na agricultura, na Linha Jacinto, entregou muito sobre ele e sobre os valores que carrega.

Há oito anos Frigo, do patinete, como ficou conhecido, dedica-se à fotografia, alvo de admiração desde cedo. “Quando era mais novo ia até Guaporé para assistir as corridas que aconteciam. Minha vontade era de registrar tudo, porém, a bateria da câmera que eu tinha sempre terminava antes. Foi a partir disso que comecei a pensar em comprar câmeras melhores, com lente melhor para poder fotografar. Aos poucos, fui aprendendo com as pessoas que ia conhecendo. Uma delas foi o James Rodrigues, que apresentou um indivíduo que considero o meu padrinho na fotografia, o Zéto Telöken, que muito ajudou em minha história”, revela. 

Tudo começou com as festas de criança. “Fazia ensaios infantis em um estúdio adaptado, mas mirava os registros de casamento. Então, aos poucos, junto com o Zéto, tive a oportunidade de clicar vários deles”, conta o fotógrafo, que buscou aprimoramento profissional, resultando em conquistas valiosas para seu nome.

Uma delas é o novo estúdio no centro de Garibaldi, iniciado corajosamente, durante a pandemia. Um espaço pensado criativamente por ele e pela noiva Renata da Fonseca. “Meu primeiro espaço de atendimento foi na frente da casa dos meus pais, em Farroupilha. Sonhar com um estúdio, jamais! Mas eu queria um lugar legal e como sou ambicioso e corajoso, mas sempre com os pés no chão, resolvi arriscar. Da sala de 40 metros que estava em 2017, passamos para uma de 150, com espaço para alocar todos os equipamentos, recepcionar os nossos clientes e comportar até uma grua, adquirida há pouco tempo e que foi um dos motivos para a mudança de sala”, explica Frigo. 

Renata, dentista garibaldense que acabou se apaixonando pela fotografia também, sempre que pode acompanha o noivo no trabalho e juntos expandem olhares pelas lentes reveladoras. “Tentamos criar experiências únicas para cada uma das pessoas que passam pela nossa vida. Estamos localizados na Serra Gaúcha, mas fotografamos por vários lugares do Brasil e em diferentes países. Agora, queremos focar em nossos projetos e ampliar nosso rol de produtos”, entrega o farroupilhense.

O ano que começa vem cheio de expectativas e de possibilidades para o fotógrafo de 32 anos, que estabelece uma aproximação peculiar pela comunicação que tem. Complemento do talento que transforma olhar em imagem. 

Não é à toa que o pai sai perguntando se conhecem o Diego Frigo. Quem não conhece ainda vai conhecer, seu Volmes.

 

Contatos 
Fone: (54) 99116-6432
Site: diegofrigo.com.br
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