Renato Bellaver comemora 80 anos na casa do amigo Adelino Colombo

Cercado por familiares e amigos o advogado comemorou aniversário relembrando fatos marcantes de sua vida

No dia 11 de julho o advogado Renato João Bellaver comemorou seus 80 anos cercado pela a família e pelos amigos em um lugar bem representativo para ele: a casa do amigo Adelino Colombo – hoje, sede da CICS Farroupilha. Bellaver, que ainda mantém com a Lojas Colombo a relação profissional iniciada em 1º de junho de 1966, é um exemplo de vínculo construído sobre confiança, competência e lealdade.

Poucos profissionais podem olhar para trás e perceber que acompanharam, praticamente desde o início, a trajetória de desenvolvimento de uma empresa e de uma cidade. Aos 80 anos, ativo e cercado pelos afetos cultivados, o advogado discursou, ressaltando suas raízes, compartilhadas com os convidados. Não deixou de comentar a importância do local onde acontecia a comemoração.

“Posso dizer que este quarteirão todo me faz lembrar o início da minha vida! Você não sabe a importância que ele tem para mim. A 100 metros desta casa meu avô veio morar onde hoje está o Centro Comercial dona Ruth, que posteriormente foi vendido para Paulo Rovati e depois para Adelino Colombo, e eu fui artífice de todo esse processo”, contou o aniversariante.

  • No local, Renato passou a morar com o avô, em uma espécie de “pensão subsidiada”, e desta forma, iniciar seus estudos.
Anabel e Renato
Ao lado dos filhos: Natália, Fabian, Renata, Renato e Karen
Com os netos Marina, Benjamin, Rosa Maria, César, Bento e a bisneta Geórgia
Cercado pela família: Karen, Jonas, Natália, Michele, Fabian, Marina, João Paulo, Renato, Anabel, César, Renata, Marco, Rosa Maria, Pedro, Benjamin, Bento e a bisneta Geórgia
O orgulho pelo time contagia a família toda

Karen, em nome dos filhos

Quero dizer que estou muito feliz em poder comemorar os 80 anos do meu pai junto com cada um de vocês. Ter a presença da família e das pessoas que fazem parte da sua história torna esse momento ainda mais especial.
Pai, hoje é o seu dia. O dia de celebrar a sua vida, a sua história e a pessoa maravilhosa que você é. Você é exemplo de pai, de pessoa e de ser humano.
A vida trouxe desafios muito difíceis, e quando nossa mãe partiu, você precisou ser pai e mãe ao mesmo tempo. Mesmo vivendo a sua própria dor, nunca deixou faltar amor, cuidado, presença e proteção.
Meu pai sempre teve o conselho certo na hora certa. Isso não quer dizer que nós sempre seguimos… mas depois pensamos: “ele estava certo”.
Com sabedoria e simplicidade, você ensinou através das atitudes muito mais do que através das palavras.
Sempre trabalhou com dignidade, ajudou quem precisou e nunca mediu esforços para apoiar os filhos em cada etapa da vida e, agora, também os netos.
Hoje, olhando para a sua trajetória, sentimos muito orgulho da pessoa que você é e da história que construiu.
E quem conhece o pai sabe: domingo só fica completo se tiver o churrasco em casa, reunindo toda a família. Porque o que ele gosta mesmo é ver a mesa cheia, ouvir muitas conversas, a bagunça das crianças e, claro, contar para filhos e netos as suas histórias de infância. Esses momentos simples são aqueles que ficam guardados para sempre no coração.
Meu pai sempre foi um homem muito ocupado, mas em nenhum momento deixou de estar presente ou de nos ajudar quando precisamos. Seu amor sempre apareceu nas atitudes, no cuidado e na forma de estar ao nosso lado.
Tem uma frase que resume todo o meu amor e a minha gratidão: se eu pudesse nascer mil vezes, em todas elas pediria para ter você como pai.
Pai, que seus 80 anos sejam celebrados com todo o amor que você merece. Obrigada por tudo o que fez e continua fazendo por nós.
Sua força, seu exemplo e seu coração serão sempre a nossa maior inspiração.
Feliz 80 anos! Nós te amamos muito.

Karen se manifestou em nome dos filhos

Rosa Maria, pelos netos

Como começar a falar do Renato? Ou melhor, do vô Belão?
A primeira palavra que vem à minha cabeça é família. Para mim, ele sempre foi a própria representação dessa palavra e nunca deixou de ser. O vô Belão é o alicerce da família Bellaver, ou, como gostamos de dizer, da nossa Grande Tribo.
Ele é aquela figura que consegue deixar de lado todas as diferenças e reunir a família todos os domingos para o nosso sagrado churrasco. Enquanto escrevia este texto, fui lembrando de tantos momentos. Desde que me conheço por gente, lembro de estar cercada pela minha família: nos almoços de domingo, nos antigos sábados de sopa de agnoline e também em todos os dias em que almocei na casa do meu vô durante tantos anos.
E não são só os domingos que carregam esse significado. A nossa casa da praia também faz parte das lembranças mais especiais da nossa família. Todos os anos, passamos a virada do ano juntos. Não importa se a casa está cheia e com aquela bagunça que a gente tanto adora. O que realmente importa é estarmos todos reunidos.
Quando eu era mais nova, acho que não dava o verdadeiro valor a tudo isso. Eu acreditava que todas as famílias eram assim, que todos tinham a mesma sorte que eu. Mas não. Eu, meus primos e toda a nossa família temos o privilégio de ter uma pessoa tão única, e de ainda podermos viver tantos momentos ao lado dele.
Algumas lembranças ficam marcadas para sempre. Como o fato de eu ter sido um pouco ansiosa para nascer justamente quando o vô estava na Grécia. Ou quando minha mãe viajava e eu dormia na casa dele. Eu reclamava porque ele roncava… Que bobagem a minha. Hoje eu vejo que deveria apenas agradecer por ter vivido esses momentos tão simples, mas tão preciosos.
Para mim, e acredito que para todos os netos, o vô é a personificação da segurança. É aquela presença que faz a gente se sentir em casa, que transmite paz e a certeza de que sempre haverá alguém para reunir e cuidar da família. E é engraçado dizer isso, porque o vô nunca foi uma pessoa de dar muitos abraços. Mas, de alguma forma, ele sempre encontrou outros jeitos de demonstrar amor. O cuidado, a presença, a mesa cheia, a porta de casa sempre aberta e a família reunida sempre falaram mais alto do que qualquer abraço.
A segunda palavra que me vem à mente é admiração.
Não sei se já disse isso para ele, mas o vô é a pessoa em quem mais me espelho. Quero chegar à idade dele com um pouco da força e da disposição que ele ainda tem. Quero amar o meu trabalho como ele ama o dele. Quero transmitir segurança para a minha família da mesma forma que ele sempre transmitiu para todos nós.
Mais do que tudo isso, quero aprender a viver do jeito que ele vive: valorizando as pessoas, mantendo a família unida e mostrando, todos os dias, que o maior legado que alguém pode deixar não são bens ou conquistas, mas o amor, a presença e os momentos compartilhados.
Vô, obrigada por ser o coração da nossa Grande Tribo. Obrigada por cada almoço, cada conversa, por cada gesto de cuidado e por nos ensinar, sem precisar de muitas palavras, o verdadeiro significado de família.
Eu, César, Marina, Benjamin, Bento e Geórgia temos muito orgulho de sermos teus netos. Te amamos
.

Rosa Maria falou pelos netos

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